A Alice nossa de cada dia
Com o advento da felicidade, me deixo amar, me deixo ser amado.
Todos os dias me deparo com um novo pensamento agradável e reconfortante.
Como sou feliz! Pois tenho tudo o que desejo? Não, não é bem assim… Mas, tenho tudo o que preciso! Aí, a verdade se entrelaça com os sonhos e, passo a ver que a vida é muito boa.
Há dias em que, teimosos, reclamamos de coisas simples, mas entendi que essa é a Promessa divina: Ser feliz apesar de todas as dificuldades, quase uma alienação voluntária.
E, os dias passam a ser horas e as horas ao teu lado frações de segundos.
Te amo Alice, te amo pra caramba!
Só porque você vê desenho comigo, porque você não reclama das minhas milhares de manias, porque você sorri! E, é esse seu sorriso que me faz todos os dias querer ser mais e melhor, e digo para mim o que dizem os japoneses: “GANBATTE NE!”.
É estranho quando você diz que “ficou mais bonita”. Você é – e sempre foi – linda, ao menos para mim. Talvez agora você acredite, ou talvez agora outras pessoas digam isso a você, mas para mim, você é a mais linda das princesas! És tão bonita quanto é possível alguém ser. Não digo fisicamente apenas, mas és linda em seu todo e, te amo por sua beleza interior e exterior.
Há vezes que você pergunta se eu reparo em você? Não é que eu não repare é simples: Quando você está por perto as outras coisas têm menor importância. Talvez você não seja tudo, mas é grande parte do que me importa. E, isso não é nenhuma idealização vã: Você é tudo o que sempre quis, apesar dos seus defeitos, das suas loucuras.
Ó vida! Obrigado por ser tão boa! Ó Deus, obrigado por ser tão bom! Ó Alice, obrigado por ser você!
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